Projetos

Nesta secção podemos encontrar informação relativa a projetos que a escola desenvolve. Read More

Ligações

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O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DAS ESCOLAS DÁ VOZ AOS ALUNOS

Os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário vão poder decidir quais as melhorias a introduzir nos seus estabelecimentos de ensino, de uma forma democrática, no âmbito do Orçamento Participativo das Escolas.Através desta medida, pretende-se dar voz aos alunos e resposta às suas neces-sidades e interesses, assim como promover a sua participação cívica. O prazo de apresentação de propostas é até ao final do mês de fevereiro; Read More

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Fundador: Manuel António da Silva Coelho e Castro (1887-1952)

Faleceu em 1952 sem ter constituído família e a abertura do seu testamento foi o tiro de partida para o cumprimento do seu sonho: uma escola secundária na sua terra!

          Manuel António da Silva Coelho e Castro, um de sete filhos, nasceu em Fiães a 28 de maio de 1887 no seio de uma família humilde e católica praticante. Aos vinte anos de idade, corria o ano de 1907, e segundo a correspondência encontrada, partiu para Moçambique. Levava na mala poucos recursos económicos, alguma ingenuidade que foi perdendo com o tempo, e uma força de vontade imensa em vencer. Mas a vida não estava a sorrir a Coelho e Castro. Apesar de todo o seu empenho e trabalho, as missivas são reveladoras dos dissabores sentidos nos tempos iniciais da sua experiência africana. As suas palavras relatam os reveses que sofreu e que se deviam, talvez, à sua ingenuidade e princípios morais que a família, tal como detetamos na correspondência, sempre procurou viver e praticar. A década de vinte faz-nos conhecer outro Coelho e Castro, sabemos que tinha uma firma, “Guerreiro & Castro”, dedicada ao comércio de produtos ultramarinos e da metrópole. O sucesso finalmente bateu à porta de quem por ele tinha lutado sem desistir. A vida abastada que transpira das suas cartas não o fez esquecer nem a família, nem os amigos e conhecidos que em Fiães viviam. Doou metade da sua fortuna para a construção de uma escola industrial e comercial em Fiães (que mais tarde deu origem à Escola Secundária), aconteceu em 1967 a expensas do governo; pois a fortuna deste acabou por não existir, visto que, os bens que possuía se encontravam em Moçambique. Lá a situação foi-se complicando e arrastando com advogados, questões nos tribunais , contas antigas...
Apesar de tudo a escola ficou com o nome de Agrupamento de Escolas Coelho e Castro em Homenagem ao "doador de metade da sua fortuna".