Projetos

Nesta secção podemos encontrar informação relativa a projetos que a escola desenvolve. Read More

Ligações

Nesta secção podemos encontrar várias ligações. Read More

Informação sobre as atividades a realizar durante a suspensão das atividades com alunos

Caros encarregados de educação e alunos Como já é do conhecimento público, o Governo decidiu proceder à suspensão das atividades com alunos nas escolas, de 16 de março a 13 de abril. Assim, durante este período não haverá atividades letivas presenciais pelo que recomendamos que sejam cumpridas as regras de higiene, de distanciamento social e, sobretudo, de contenção da participação dos alunos em atividades, iniciativas e deslocações a locais que potenciem o contágio. Nem alunos nem professores estão de férias pelo que, os professores de cada turma irão elaborar atividades que os alunos terão de desenvolver em casa e enviarão as mesmas através de email ou outro meio eletrónico. Recomendamos que os alunos se esforcem para conseguir dar cumprimento às mesmas com sucesso e que os encarregados de educação façam o necessário acompanhamento. Estou certo de que se todos colaborarmos conseguiremos ultrapassar esta fase com sucesso e com perdas mínimas. Durante este período os alunos com escalão A que tenham necessidade de almoçar durante a próxima semana deverão inscrever-se aqui até domingo dia 15 de março. Read More

passad1

Fundador: Manuel António da Silva Coelho e Castro (1887-1952)

Faleceu em 1952 sem ter constituído família e a abertura do seu testamento foi o tiro de partida para o cumprimento do seu sonho: uma escola secundária na sua terra!

          Manuel António da Silva Coelho e Castro, um de sete filhos, nasceu em Fiães a 28 de maio de 1887 no seio de uma família humilde e católica praticante. Aos vinte anos de idade, corria o ano de 1907, e segundo a correspondência encontrada, partiu para Moçambique. Levava na mala poucos recursos económicos, alguma ingenuidade que foi perdendo com o tempo, e uma força de vontade imensa em vencer. Mas a vida não estava a sorrir a Coelho e Castro. Apesar de todo o seu empenho e trabalho, as missivas são reveladoras dos dissabores sentidos nos tempos iniciais da sua experiência africana. As suas palavras relatam os reveses que sofreu e que se deviam, talvez, à sua ingenuidade e princípios morais que a família, tal como detetamos na correspondência, sempre procurou viver e praticar. A década de vinte faz-nos conhecer outro Coelho e Castro, sabemos que tinha uma firma, “Guerreiro & Castro”, dedicada ao comércio de produtos ultramarinos e da metrópole. O sucesso finalmente bateu à porta de quem por ele tinha lutado sem desistir. A vida abastada que transpira das suas cartas não o fez esquecer nem a família, nem os amigos e conhecidos que em Fiães viviam. Doou metade da sua fortuna para a construção de uma escola industrial e comercial em Fiães (que mais tarde deu origem à Escola Secundária), aconteceu em 1967 a expensas do governo; pois a fortuna deste acabou por não existir, visto que, os bens que possuía se encontravam em Moçambique. Lá a situação foi-se complicando e arrastando com advogados, questões nos tribunais , contas antigas...
Apesar de tudo a escola ficou com o nome de Agrupamento de Escolas Coelho e Castro em Homenagem ao "doador de metade da sua fortuna".